terça-feira, 25 de outubro de 2011

Ziraldo


Ziraldo Alves Pinto nasceu no dia 24 de outubro de 1932 em Caratinga, Minas Gerais. É o mais velho de uma família de sete irmãos. Seu nome vem da combinação do nomes de sua mãe, Zizinha com o de seu pai Geraldo: surgiu o Ziraldo, um nome único. Muda-se para o Rio de Janeiro aos 16 anos. Começou sua carreira nos anos 50 em jornais e revistas de expressão, como jornal do Brasil,O Cruzeiro, Folha de Minas, e outros.
Além de pintor é cartazista, jornalista, teatrólogo, chargista, caricaturista, escritor e colecionador de piadas. Sua vasta obra faz parte do nosso quotidiano. O cartaz de um filme, um logotipo, uma camiseta, um programa de televisão, uma capa de revista, uma simples caixinha de fósforo, tudo ganha um charme especial. Um bom brasileiro diz logo de cara: só pode ser coisa do Ziraldo !
Seus trabalhos já foram traduzidos para diversos idiomas como françês, espanhol, alemão, inglês, italiano e basco. Os trabalhos de Ziraldo representam o talento e o humor brasileiros no mundo. Estão até expostos em museu! Ilustrou o primeiro livro brasileiro com versão integral online, em uma iniciativa pioneira.
Ziraldo tem paixão pelo desenho desde a mais tenra idade. Desenhava em todos os lugares - na calçada, nas paredes, na sala de aula...Outra de suas paixões desde a sua infância é a leitura. Lia tudo que caia nas mãos.
Sua carreira começou na revista Era uma vez... com colaboração mensais. Em 1954 começa a trabalhar no jornal Folha de Minas com uma página de humor, e por coincidência foi esse mesmo jornal que publicou o seu primeiro desenho quando tinha apenas 6 anos de idade!
Fez cartazes para inúmeros filmes do cinema brasileiro como Os Fuzis, Os Cafagestes, Selva Trágica, e outros.
Grandes acontecimentos marcaram a vida do artista no ano de 1969. Ganhou o Oscar Internacional de Humor no 32º Salão Internacional de Caricaturas de Bruxelas e o prêmio Merghantealler, prêmio máximo da imprensa livre da América Latina, patrocinado pela Associação Internacional de Imprensa, recebida em Caracas, Venezuela. Foi covidado a desenhar o cartaz anual da UNICEF, honraria cocedida pela primeira vez a um artista Latino. Foi nesse ano que publicou seu primeiro livro infantil, FLICTS.
Como todo bom brasileiro, Ziraldo aprecia o Carnaval. Foi dos primeiros a desfilar com a Banda de Ipanema, ao  lado de Albino Pinheiro, Leila Diniz e a turma do Pasquim. O seu primeiro livro foi enredo de Escola de Samba em Juiz de Fora, também desfilou no alto de um carro com um enorme Menino Maluquinho, do qual desceu com o axílio de um guindaste!
Ziraldo tem diversas passagens pela TV. Participou como jurado de inúmeros programas, festivais e até concursos de Miss Brasil nos idos dos anos 60. É também apresentador e entrevistador. Quando entrevistado tem sempre ponto de vista interessantes a defender, e uma de suas frases mais conhecidas é "Ler é mais importante do que estudar".
 
Fonte: httpp://www.ziraldo.com/livros/home.htm

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Como eu posso ajudar

Eu posso ajudar a salvar o mundo, fazendo campanhas, fazer novas amizades, criar jogos para estimular a paz, respeitar o próximo, não importando com cor e religião.

Como eu vejo o Mundo

Eu vejo o mundo cheio de guerras, conflitos, poluições, o homem prendendo os animais em cativeiros, mas também vejo, o mundo com belas paisagens, belas plantas e pessoas muito boas.

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Júlio Verne


Júlio Verne escreveu obras de aventura e ficção científica que influenciaram gerações como "Cinco Semanas em um Balão" (1863), "Viagem ao Centro da Terra" (1864), "Da Terra à Lua" (1865), "Vinte Mil Léguas Submarinas" (1869) e "A Volta ao Mundo em 80 Dias" (1872).

Foi um dos primeiros escritores a praticar uma literatura na linha da moderna ficção científica. Verne previu, entre outros inúmeros inventos, a televisão; o helicóptero; o cinema falado; a iluminação a néon; o ar condicionado; os arranha-céus; os mísseis teleguiados; os tanques de guerra; os veículos anfíbios; o avião; a caça submarina; o aproveitamento da luz e da água do mar para gerar energia; o uso de gases como armas químicas.

Jules Gabriel Verne Allotte começou sua carreira literária após seu pai, Pierre Verne, desiludir-se com a sua trajetória de advogado. Tentou ingressar no teatro e escrever poemas e peças, e também tentou a sorte com a música, sem êxito. Em 1848 compôs, com Michel Carré, dois libretos para operetas, e, em 1850, uma comédia em verso, em parceria com Alexandre Dumas Filho. Só descobriu seu verdadeiro gênero literário ao escrever algumas narrativas de viagens.

Seu primeiro grande sucesso, "Cinco Semanas em Balão", foi recusado por quinze editoras, que não viam no livro mais que uma tentativa frustrada de predizer o futuro. Até que, apresentado por Alexandre Dumas Filho, Verne conheceu Pierre Jules Hetzel, o editor mais influente de Paris, que lhe propôs escrever mais de um livro por ano. O sucesso foi gigantesco. Júlio Verne foi um dos mais imaginativos e populares escritores de todos os tempos.

Foi influenciado por Jonathan Swift, com seu livro "Viagens de Gulliver", por Daniel Defoe e seu "Robinson Crusoé", e ainda por Edgar Allan Poe e sua obra macabra. Júlio Verne sabia captar o que agradava aos leitores de todas as idades, conseguindo mantê-los atentos e curiosos. Sua atualidade ainda se mantém, assim como sua popularidade. Seus livros figuram entre as obras mais conhecidas e apreciadas do mundo. Verne nunca viajou muito, fez apenas algumas curtas viagens no seu iate Saint-Michel, uma viagem de navio aos Estados Unidos e rápidas visitas à Inglaterra, à Escócia e a outras localidades; contudo percorreu o mundo em seus livros, da África ao do Pólo Norte, do centro da terra ao espaço sideral.

Fonte:http://educacao.uol.com.br/biografias/julio-verne.jhtm

Herman Melville


Escritor norte-americano (1/8/1819-28/9/1891). Com sua obra, pouco compreendida na época, antecipou alguns dos temas recorrentes da literatura do século XX. Seu livro mais conhecido é Moby Dick (1851). Nascido em Nova York, ainda na infância muda-se com a família para a cidade de Albany.

Após a falência dos negócios paternos, é obrigado a abandonar os estudos e, sem conseguir emprego fixo, passa a trabalhar num navio baleeiro. Entre 1841 e 1844, viaja pela Polinésia e Havaí. De volta aos Estados Unidos, conta suas aventuras de marinheiro nos romances Typee (1846) e Omoo (1847).

Os livros conseguem sucesso imediato, o que o anima a continuar escrevendo. Seguem-se Mardi (1849),Redburn (1849) e White-Jacket (1850). Nessa mesma época, passa a interessar-se pela obra de William Shakespeare.

As leituras das obras do dramaturgo inglês e a amizade com o escritor Nathaniel Hawthorne - autor de A Letra Escarlate - dotam seu trabalho de características mais metafísicas, o que resultam em Moby Dick, um dos grandes clássicos da literatura universal.

Ao relatar a obsessão do capitão Ahab em matar a baleia branca Moby Dick, o livro expressa as inquietudes mais profundas do escritor: os falsos triunfos e derrotas do ser humano e a luta contra impulsos assassinos.

Escreve ainda Contos de Piazza (1856) e O Vigarista (1857), entre outros. Em 1863 volta a viver em Nova York, já esquecido do público. Para garantir o sustento dos últimos anos de vida, trabalha como inspetor de alfândega. Morre em Nova York.

Fonte:http://www.algosobre.com.br/biografias/herman-melville.html

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Julio Emilio Braz


   Julio Emilio Braz  nasceu em 16 de
abril de 1959, na pequena cidade de Manhumirim,
aos pés da Serra de Caparaó.

   Aos cinco anos mudou-se para o Rio de Janeiro,
cidade que adotou como lar.

   É considerado um autodidata, aprendendo
as coisas com extrema facilidade. Adquiriu o hábito
de leitura aos seis anos.

   Iniciou sua carreira como escritor de  roteiros
para histórias em quadrinhos, publicadas no Brasil,
Portugal, Bélgica, França, Cuba e EUA. Já publicou
mais de cem títulos.

   Em 1988 recebeu o Prêmio Jabuti pela publicação
de seu primeiro livro infanto-juvenil: SAGUAIRU.

   Em 1990 escreveu  roteiros para o programa
Os Trapalhões, da TV Globo, e algumas mininovelas
para a televisão do Paraguai. Em 1997 ganhou o
Austrian Children Book Award, na Áustria, pela
versão alemã do livro CRIANÇAS NA
ESCURIDÃO (Kinder im Dulkern) e o Blue Cobra
Award, no Swiss Institute for Children’s Book.

Giselda Laporta

·
Nasceu em São Paulo, 27 de outubro de 1938). Formou-se em Jornalismo pela Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero. Publicou sua primeira história em 1972 e o primeiro livro em 1974. Foi então que descobriu seu verdadeiro caminho: a literatura infantil e juvenil, crianças e adolescentes. Hoje sua obra abrange mais de cem títulos, entre livros infantis e juvenis, ficção, poesia e ensaio, publicados por dezenas de editoras, com centenas de edições, e milhões de exemplares vendidos.Exerceu também o jornalismo, em publicação dirigida ao público infantil e juvenil, e trabalhou como coordenadora editorial, em duas coleções juvenis. Sócia-fundadora do Centro de Estudos de Literatura Infantil e Juvenil, cujo acervo se encontra atualmente na Universidade de São Paulo, da União Brasileira de Escritores, do Sindicato de Escritores do Estado de São Paulo e da Clearing House for Women Authors of America.

Algumas de suas obras· A esperança de Bob; As Portas do Destino;  A menina que queria ser bruxaA toca do Edu e a copa;  O segredo da múmia inca;  Da cor do azeviche:  História virada do avesso;  Macapacarana;  Na boléia de um caminhão;  O fantasma da torreO milagre de cada diaOnde mora o arco-íris; Uivando pra lua : biografia autorizada de um cachorro; Vale da vertentes· Viver é uma grande aventura.

Fonte:http://www.ube.org.br/biografias-detalhe.asp?ID=349